O Trem do Pantanal opera entre o estado de Mato Grosso do Sul e São Paulo. Durante 81 anos, fez sua travessia pantaneira pelo Mato Grosso do Sul, até a fronteira com a Bolívia. Funcionou até 1995, ficando apenas o transporte cargueiro. Reativado após 13 anos, com a viagem inaugural com a presença dos presidentes do Brasil e do Paraguai, respectivamente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Lugo, o Trem do Pantanal pode chegar a Corumbá no início do segundo semestre de 2010.
A ABPF é uma entidade sem fins lucrativos, particular e de caráter cultural recreativo, voltada para a preservação da memória ferroviária nacional. Foi fundada em 1977, na capital paulista por Patrick Dollinger, e por um pequeno grupo de pessoas preocupadas com o patrimônio ferroviário brasileiro que estava sendo abandonado. O seu fundador iniciou contatos para doação de acervos (vagões, carros, locomotivas, trechos ferroviários etc...), onde se pudesse montar um museu dinâmico e estático.
MRS Logística S.A. é a concessionária que opera a chamada Malha Sudeste da antiga Rede Ferroviária Federal S. A., que era composta pelas Superintendências Regionais SR3 - Juiz de Fora e SR4 - São Paulo.
Neste álbum você encontrará diversas fotos antigas como, de locomotivas a vapor, trens-unidade, locomotivas diesel-elétricas e vagões e muito mais. Clique na foto para ampliar a imagem. Fonte da pesquisa: http://www.geocities.com/trensefs/efs.html
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) é uma empresa vinculada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. Criada pela lei nº 7.861 de 28 de maio de 1992, a partir de ferrovias já existentes na Região Metropolitana de São Paulo. A CPTM possui atualmente 93 estações em seis linhas, que totalizam 261,7 quilômetros na sua malha ferroviária.
Ferronorte, ou Ferrovia Norte Brasil, foi criada com o propósito de ligar o extremo norte do pais com o porto de Santos, fez parte da holding Brasil ferrovias e hoje é controlada pela América Latina Logística, responsável por parte do escoamento de soja produzida no norte do pais.
Fotos publicadas no sexto livro TRILHOS DA HISTORIA de José Carlos Daltozo e tem como personagem principal a Estação Ferroviária de Martinópolis.
Contatos com o autor pelo fone 18 - 3275.1168 ou e-mail jcdaltozo@uol.com.br
As primeiras locomotivas apareceram no século XIX, eram propulsionadas por motores a vapor. A locomotiva a vapor foi, sem dúvida, o mais popular tipo de locomotiva até ao fim da Segunda Guerra Mundial. No Brasil as locomotivas a vapor receberam o apelido de "Maria-Fumaça" em virtude da densa nuvem de vapor e fuligem expelida por sua chaminé.
As primeiras locomotivas apareceram no século XIX, eram propulsionadas por motores a vapor. A locomotiva a vapor foi, sem dúvida, o mais popular tipo de locomotiva até ao fim da Segunda Guerra Mundial. No Brasil as locomotivas a vapor receberam o apelido de "Maria-Fumaça" em virtude da densa nuvem de vapor e fuligem expelida por sua chaminé.
Linhas e ramais da Estrada de Ferro Sorocabana e da chamada Zona Sorocabana da Fepasa. Retificações feitas pela FEPASA foram ignoradas, assim como o traçado do tronco original antes das diversas retificações efetuadas pela Sorocabana.
Trem de passageiros operado pela Fepasa a partir de dezembro de 1997, entre as cidades de Sorocaba e de Apiaí, passando pelo tronco da Sorocabana e entrando em Iperó pelo ramal de Itararé e, em Itapeva, entrando pelo ramal de Apiaí. Este ramal havia sido construído para atender ao transporte de cimento da fábrica em Apiaí em 1973 e nunca um trem de passageiros havia passado por ele. Com a intenção de carregar passageiros para visitar as cavernas da região dessa cidade, o trem, batizado de Bandeirante Apiaí, foi implantado já no final da vida da Fepasa. Sobreviveu, puxado por locomotivas da Ferroban e depois da ALL até 15 de março de 2001, quando foi suprimido de vez.
No domingo, 18 de março de 2007, o programa Fantástico da TV Globo exibiu reportagem sobre as locomotivas elétricas da FEPASA, abandonadas em um depósito na cidade paulista de Araraquara. O caso é conhecido no meio ferroviário, mas até então, pouco comentado pela opinião pública em geral.